Waldemar diz que professores só querem receber difícil acesso e “não estão interessados em futrica política”

O vereador pedetista se diz surpreso por até agora, 10 dias depois da liberação do pagamento, que o prefeito não tenha vindo a público para tratar do assunto.

| REGIãO NEWS


O vereador Waldemar Acosta, um dos cinco autores do requerimento em que se cobrava a volta do pagamento do adicional de difícil acesso aos professores da zona rural, não pretende polarizar uma discussão pública com o presidente da Câmara, Jean Nazareth, que considerou a iniciativa inoportuna e demagógica, porque o prefeito antes da sessão de terça-feira, já havia decidido restabelecer o pagamento do benefício.

 O requerimento assinado por Waldemar,  Vilma Felini, Itamar Souza, Carlos Henrique, Valdecir Carnevalli e Adiilson Brito, foi rejeitado por 8 a 7 , com voto de minerva de Jean em favor do arquivamento. O vereador Cledinaldo Cotócio garantiu o 7º voto.

"Eu pessoalmente (e certamente os profissionais prejudicados com a atitude unilateral e ilegal do Executivo), não tenho interesse em alimentar futrica política. É livre o exercício da opinião. Fantástico que o prefeito tenha revisto a sua posição, não é demérito nenhum pra ninguém, reconhecer o erro e voltar ao trilho da legalidade. Não tenho a pretensão de ser dono da verdade, nem quero ganhar visibilidade política, apostando no caos. Se de fato reviu sua posição, basta o prefeito determinar a elaboração de uma folha suplementar para que seja creditada a gratificação na conta de cada um dos servidores prejudicados”, comenta Waldemar.

O vereador pedetista se diz surpreso por até agora, 10 dias depois da liberaçãodo pagamento dos salários de outubro sem o adicional de difícil acesso, que o prefeito não tenha vindo a público para tratar do assunto, seja pelas redes sociais("da quais é um freqüentador assíduo”), nem fez um pronunciamento na rádio. "Na segunda-feira ele reservou duas horas da sua agenda para uma explanação sobre sua gestão. Na ocasião ele não fez nenhuma menção. Não explicou porque suspendeu o pagamento, nem anunciou a boa nova, de que havia recuado, num gesto de grandeza", acrescenta.

 

“Não é preciso grande conhecimento jurídico, que o pagamento do adicional de difícil acesso não poderia ser suspenso por mero capricho da administração. Esta é a lei e o Executivo não tem a prerrogativa do seu cumprimento quando for da sua conveniência. Se o prefeito quer rever os critérios de pagamento, reduzir o percentual, tem que seguir o rito: enviar o projeto a Câmara, que é soberana para aprovar ou rejeitar a proposta", explica Acosta.


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