VÍDEO: bombeiros seguem para Serra do Amolar, que concentra grandes incêndios no Pantanal

Deslocamento demora em média seis horas, porém pode levar mais tempo devido as condições climáticas na região pantaneira

| MIDIAMAX


Bombeiros seguiram esta manhã para a região. Imagem: Reprodução

O Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul e do Paraná, se deslocam na manhã desta segunda-feira (21), do Porto Geral, em Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande, para a região da Serra do Amolar, no Pantanal, onde ocorrem grandes incêndios. Mesmo com a chuva, essa região é uma das mais críticas.

Os militares se deslocaram via fluvial, para a região que fica a margem do rio, oposto à serra, distante aproximadamente 150 quilômetros do perímetro urbano de Corumbá. O deslocamento demora em média de cinco a seis horas, porém pode levar mais tempo devido as condições climáticas na região pantaneira, além da baixa no nível do Rio Paraguai (em alguns pontos com 17 centímetros), ocasionando a formação de bancos de areia.

De acordo com informações e imagens de satélite, o incêndio nesta região seguiria sua extinção natural ao encontrar a margem do rio e terrenos encharcados que resistem à seca, o que não ocorreu até o momento.

Chuvas ajudam a controlar 22 dos 50 focos de incêndio no Pantanal em MS

MS Gás abre seleção para estagiários de diversos cursos com bolsa de até R$ 974

Com a brusca mudança climática deste fim de semana as equipes deslocaram para realizar o monitoramento, combate e extinção dos focos na região, sem previsão de retorno. Eles irão acampar no local durante os combates.

Mais cedo, a reportagem do Jornal Midiamax conversou com o secretário Jaime Verruck, da Semagro (secretaria estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar). Ele informou que foi feito um sobrevoo na região, neste domingo (20). “Realizamos um sobrevoo em uma área próxima a Poconé (MT), onde ocorrem grandes incêndios, para definirmos as ações de combate aos focos que ocorrem no entorno da Serra do Amolar e no Pantanal do Paiaguás'.

A chuva ajudou no controle dos focos, mas a situação ainda é crítica, conforme revelou Verruk. “Lembrando que o momento ainda é crítico. Nós temos duas chuvas, elas não serão suficientes para resolver o problema em Mato Grosso do Sul. Ainda temos o final de setembro, outubro e parte de novembro, para ter a preocupação com os incêndios florestais', alertou.

6 unidades de saúde de MS aderem a programa federal que custeia horário estendido

Dourados tem chuva de quase 10 milímetros em menos de meia hora

De babá a mestre de obras, Funtrab oferece 322 vagas nesta segunda-feira

O Pantanal enfrenta a maior seca em 50 anos e teve 12% de sua área consumida pelas chamas. O combate e controle aos focos no bioma conta com bombeiros de Mato Grosso do Sul, Paraná, Mato Grosso e Santa Catarina, ainda brigadistas do Ibama, ICMbio (Instituto Chico Mendes) e do setor privado, com o apoio da Marinha e do Exército.


Envie sugestões de notícias para o WhatsApp do Canaldaqui (67) 98186-1999

Curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100010531782535

Clique aqui e receba notícias do Canaldaqui no seu WhatsApp!


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE