BCG e pentavalente estão em falta nas redes pública e privada

Em média, são aplicadas 1,3 mil doses ao mês

| CORREIO DO ESTADO


Foto: Bruno Henrique/ Correio do Estado

As vacinas conhecidas como BCG e pentavalente, que devem ser aplicadas em bebês recém-nascidos e de até dois meses de vida, estão indisponíveis nos postos de saúde de Campo Grande. A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) confirmou que não há doses na Capital e também não há previsão de quando o abastecimento será normalizado. 

O Correio do Estado adiantou, na edição do dia 10 de fevereiro, que a vacina BCG – previne contra tuberculose – estava com repasse atrasado desde janeiro e, por isso, o estoque era suficiente para apenas 30 dias. Porém, antes do prazo previsto, as doses acabaram. Em média, são aplicadas 1,3 mil doses ao mês.

E também há falta da vacina pentavalente, que previne contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e poliomielite. Ela é aplicada quando a criança completa dois meses de vida. Já a BCG deve ser aplicada em recém-nascidos até o primeiro mês de vida. 

O pediatra Alberto Jorge Félix Costa explica que as vacinas são essenciais e devem ser aplicadas na época certa. “Essas duas vacinas são as principais e protegem de doenças importantes. Se a criança não toma a vacina, fica vulnerável”.

A Sesau confirmou que o repasse das vacinas pelo Ministério da Saúde está com falhas há três meses. Em razão do desabastecimento, que é nacional, a rede privada também registra falta de doses. 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) é responsável por distribuir as doses da vacina a cada 15 dias. No entanto, em detrimento do atraso por parte da União, os dois últimos repasses não foram feitos.


Envie sugestões de notícias para o WhatsApp do Canaldaqui (67) 98186-1999

Curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100010531782535

Clique aqui e receba notícias do Canaldaqui no seu WhatsApp!


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE