Gasolina com preço recorde faz motoristas de Campo Grande deixarem carro na garagem

Na Capital, postos vendem combustível a até R$ 4,99

| MIDIAMAX


Anderson Chagas, 40 anos, autônomo. (Foto: Leonardo França)

Com o preço da gasolina subindo cada vez mais em Campo Grande e atingindo o topo das mais caras do país, o Jornal Midiamax conversou com motoristas para saber como estão lidando com o aumento. Deixar o carro na garagem e escolher a moto ou aplicativo de transportes têm se tornado corriqueiro entre os campo-grandenses.

Em apenas 15 dias, o valor oscilou em vários postos de Campo Grande e a A gasolina mais barata está R$ 4,47 e a mais cara R$ 4,99.

Em um posto de gasolina na rua 26 de agosto, o motorista Anderson Chagas de 40 anos, autônomo, conta que só pegou o carro para trazer o sogro doente a Campo Grande e que prefere andar de moto. “Ando mais de moto, a gasolina está muito cara e uso carro só por necessidade mesmo'.

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O auxiliar de manutenção, Anderson Oliveira, 32 anos, também usa a moto como alternativa mais econômica e deixa o carro para momentos exclusivos. “O carro é mais para ir ao mercado, fim de semana com a família ou alguma necessidade'.

Já a dona de casa, Marli Ramos, 35 anos, conta que saía mais quando as crianças estavam em aula, mas ainda não pensou em alguma solução mais econômica quando voltar a rotina normal.

O servidor público de 73 anos, Augusto Canhete, usa a alternativa dos aplicativos de carro. Diz que sai mais barato do que colocar diesel ou gasolina. Para ir ao trabalho gasta R$ 12,00. Também fala que só abastece no dinheiro, por ter juros no cartão de crédito.

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Marinaldo Fernandes, de 47 anos, funcionário pública conta que deixou de abastecer na gasolina para tentar diminuir a procura por gasolina e o preço baixar. “Minha alternativa é abastecer no álcool, por enquanto está compensando, espero que o preço da gasolina diminua, está muito abusivo.'

O Jornal Midiamax também conversou com moto-taxistas para saber se houve uma procura maior nas corridas depois desse aumento. Alguns profissionais relatam aumento da demanda de passageiros, que pode ter relação com novo comportamento dos motoristas.

Valdeir Faria, 56 anos, está há 22 anos na profissão e diz que sentiu um aumento de 20 a 30% na procura por corridas, mas não sabe se foi por conta do aumento da gasolina.

O outro moto-taxista entrevistado, João da Silva (38), conta que está na profissão desde 2003. E o aumento das corridas varia muito de mês em mês, sobre a gasolina mais caro diz que influencia mais para quem tem carro. “Pode ser que influencie para quem não tem moto.'


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