Empresários acusam grupo Menos é Mais de dar calote em reagendamento de show

Formado por cinco integrantes, banda de pagode se apresenta nesta sexta-feira, na Capital, mas após acordo com outro contratante

| CLAYTON NEVES / CAMPO GRANDE NEWS


Formado por cinco integrantes, os pagodeiros de Brasília têm quase quatro anos de carreira e contabilizam mais de 641 milhões de visualizações no Youtube. (Divulgação / Menos é Mais)

Proprietários da casa de show Jeremias, em Campo Grande, procuraram a Polícia Civil nesta sexta-feira (13) para denunciar golpe aplicado pelo grupo de pagode Menos é Mais. No registro da denúncia, os empresários afirmam que os pagodeiros exigem quase 1000% a mais no valor do cachê combinado, para remarcar show contratado e cancelado por causa da pandemia da covid-19.

De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, registrado como estelionato, no dia 29 de janeiro os artistas foram contratados para se apresentar no Jeremias no dia 25 de abril. O acordo previa pagamento de R$ 7 mil em cachê mais R$ 6.900 em despesas com 17 passagens aéreas.

Conforme exigia cláusula contratual, metade do valor cobrado foi depositado para os pagodeiros e, a partir daí, divulgação do evento e vendas de ingresso foram liberadas para o público. No Facebook, a casa de shows chegou a publicar que o primeiro lote do camarote e da área vip haviam esgotado.

No entanto, por causa da pandemia da covid-19, a apresentação agendada para abril foi cancelada e ambas as partes concordaram em remarcar a data.

Agora, com a retomada dos eventos, os donos do Jeremias afirmam que o Menos é Mais exige alteração de cerca de 1000% a mais no valor de cachê para retomar o acordo que já estava fechado.

Mesmo sem resolver o show pendente no Jeremias, o grupo de pagode fechou apresentação com outro contratante de Campo Grande nesta sexta-feira (13).

Nós tentamos falar com o empresário do Menos é Mais no telefone disponível no site e nas redes sociais, mas até o fechamento desta matéria não conseguimos contato.

Formado por cinco integrantes, os pagodeiros de Brasília têm quase quatro anos de carreira e contabilizam mais de 641 milhões de visualizações no Youtube.

O caso foi registrado na 3ª Delegacia de Campo Grande e será investigado pela Polícia Civil.



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