Soraya Thronicke critica candidatura de Harfouche: "entrou para fazer balbúrdia"

Senadora foi ao TRE acompanhar apuração e avaliou que candidato do Avante disputa diretamente votos que seriam do PSL

| SILVIA FRIAS E LEONARDO ROCHA / CAMPO GRANDE NEWS


Senadora foi ao TRE acompanhar a apuração dos votos, em Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami)

A senadora Soraya Thronicke, presidente do diretório regional do PSL em MS, criticou a candidatura do Sérgio Harfouche (Avante) que, na avaliação dela, somente provocou “balbúrdia' e deve atrapalhar a trajetória das urnas de Vinícius Siqueira na disputa. Soraya chegou há pouco no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) para acompanhar a apuração dos votos. A senadora acompanhou a primeira parcial, em que Marquinhos Trad (PSD) estava com 53,29% dos votos válidos, seguidos de Sérgio Harfouche, com 11,45%, Pedro Kemp, com 8,27% e Siqueira com 8,10%.

A candidatura de Harfouche foi indeferida, por decisão do TRE, em resposta a recursos dos adversários Esacheu Nascimento (PP) e Marquinhos Trad (PSD), sob alegação de que ele deveria ter abdicado totalmente do cargo que ocupa no MPMS (Ministério Público de MS), e não apenas se licenciado.

A presidente regional do PSL avaliou que o partido teve êxito em escolher Siqueira como candidato à prefeitura e que ele se destacou pela fiscalização dos trabalhos na Câmara. “ Se Campo Grande não viu isso, só vou lamentar, mas espero que o jogo vire ainda'.

Sobre a segunda colocação, não faltaram críticas ao adversário, que tem perfil semelhante ao de Siqueira. “Espero que ele não tenha entrado só para atrapalhar, se confirmar isso no TSE, vamos para o embate, porque os votos dele naturalmente viriam para Vinícius', disse. Como isso vai ser feito, a senadora ainda não sabe, mas diz que será estudado pelo partido.

Segundo Soraya, a insistência de Harfouche em manter a candidatura é “falta de respeito  muito grande', pois, na avaliação dela, ele saberia que o juiz e promotor não podem ser candidatos. A tese dele, de que a emenda constitucional é de 2004, posterior ao período em que ele entrou  no MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), que foi em 1992.

“A tese dele não se sustenta, entrou para fazer balbúrdia, fico chateada, mas, é democracia, ele tem o direito de recorrer, mas temos que engolir, é o que temos para hoje', disse Soraya.


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