Polícia pede pela prisão preventiva de ex-marido que matou professora a pauladas em MS

Filho do casal, de 10 anos, já foi ouvido em depoimento especial, além da vizinha que ouviu gritos por socorro

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A Polícia Civil pediu nesta segunda-feira (12), pela prisão preventiva de Jadir Souza da Silva, de 54 anos, autor do feminicídio contra a professora Telma Ferreira Rabero, de 44 anos, no último sábado (11) em Sidrolândia, distante 70 km da Capital. Apesar de ainda configurar situação de flagrante, o pedido foi feito devido a ele não ter sido localizado nas buscas desta tarde.

Segundo a delegada Thaís Duarte, da Delegacia de Sidrolândia e responsável pelas investigações, o filho do casal, de apenas 10 anos já foi ouvido, em depoimento especial com o auxílio de uma psicóloga. Quem também já prestou depoimento como testemunha foi a vizinha do casal, que teria escutado os gritos de socorro da vítima.

“Nenhum dos dois relataram histórico de brigas ou agressões. A vizinha disse ter ouvido a vítima pedindo socorro, mas não costumava ouvir discussão entre o casal”, afirma a delegada.

Ainda segundo ela, Jadir não tinha nenhum registro policial por violência doméstica ou ameaças contra a esposa, com quem era casado há mais de 20 anos. Contudo, ele também não possuía nenhum histórico de insanidade mental.

A última vez que Jadir foi visto, após o feminicídio, teria sido na tarde deste domingo (11), por um caseiro de chácara em Sidrolândia. Ele acionou a Polícia Civil, que começou a fazer buscas na região, na tentativa de localizá-lo. Segundo o caseiro, Jadir estava sentado nas proximidades da Arena de Rodeio José Maurícia Tomazine, comendo uma marmita.

'Ele estava com uma mochila preta grande nas costas, sentado. Era um meio-dia, comendo uma marmita. Como nunca tinha visto ele, eu prestei bem atenção', disse um boiadeiro de 23 anos que informou a polícia sob o suspeito. O crime ocorreu por volta das 20h30 de sábado (10). “Houve uma discussão, porque o casal estava em processo de separação e ele não aceitava”, disse o delegado Daniel Dantas, responsável pelas investigações iniciais.

Na ocasião, Jadir teria arrastado Thelma para o quintal e a agredido até a morte. A perícia constatou que ela levou vários golpes de objeto contundente. Ao lado do corpo foi encontrada uma foice, que pode ter sido usada no crime. O objeto passou por perícia, mas o laudo ainda não foi concluído. Já o carro utilizado na fuga, que seria de uma amiga da professora, já foi entregue de volta à proprietária.

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