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Estudantes da UFGD cobram assistência médica no campus após morte de universitário em Dourados

Reunião entre lideranças estudantis e reitoria discutirá medidas de prevenção e implantação de posto médico na universidade

Por: Fábio Dorta Fonte: Antonio Coca/MS em Foco
22/05/2026 às 09h47
Estudantes da UFGD cobram assistência médica no campus após morte de universitário em Dourados
foto - arquivo

Lideranças estudantis, representantes de atléticas, universitários e membros da reitoria da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) se reúnem na tarde desta sexta-feira (22) para discutir medidas voltadas à assistência médica no campus universitário após a morte recente de um acadêmico que sofreu um infarto dentro da instituição.

O encontro foi mobilizado após a repercussão da morte do universitário, fato que gerou forte comoção entre estudantes e levantou debates sobre a ausência de uma estrutura adequada de atendimento emergencial no campus da UFGD.

Segundo os estudantes, houve demora e falta de assistência no momento em que o acadêmico passou mal, situação que intensificou as cobranças por melhorias no suporte à saúde dentro da universidade. Logo após o caso, um manifesto começou a circular entre acadêmicos e centros estudantis pedindo providências imediatas da instituição.

Entre as principais reivindicações apresentadas pelos universitários está a implantação de um posto médico permanente no campus, em parceria com o curso de Medicina da própria UFGD. A proposta prevê atendimento básico emergencial, suporte rápido em casos de urgência e ações preventivas voltadas à saúde da comunidade acadêmica.

Os estudantes também defendem outras medidas de segurança e acolhimento, como ampliação de protocolos de emergência, capacitação de servidores e disponibilização de equipamentos de primeiros socorros em pontos estratégicos da universidade.

A reunião desta sexta-feira deverá servir para alinhar propostas entre os representantes estudantis e a administração da universidade, além de discutir alternativas para evitar que novos casos semelhantes aconteçam no ambiente acadêmico.

O caso reacendeu o debate sobre a necessidade de investimentos em assistência à saúde dentro de instituições de ensino superior, especialmente em universidades com grande circulação diária de estudantes, professores e servidores.

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