Mais dois são presos por matar idoso suspeito de estupro com 17 tiros em cidade de MS

Um suspeito ainda está foragido

| MIDIAMAX/THATIANA MELO


Vítima foi assassinada a tiros - (Foto: JP News)

Mais duas pessoas foram presas nessa terça-feira (11), em Três Lagoas a 338 quilômetros de Campo Grande, suspeitas de participarem do assassinato do idoso de 61 anos, Francisco Guitemberg Vieira Pinto, no dia 21 de dezembro. O idoso foi assassinado com 17 tiros depois de ser acusado de estupro. 

Não foi revelado qual seria a participação desses dois presos acusados de matarem o idoso. Segundo site JP News, uma mulher de 45 anos e, um homem, de 28, seriam os responsáveis pelo apoio logístico no crime. Eles teriam fornecido e ocultado a arma usada no assassinato. O primeiro mandado de busca e prisão temporária de 30 dias, foi expedido pela Justiça local e cumprido no bairro Bela Vista, onde o homem foi encontrado.

Ainda segundo informações, foi constatado que ele alugou a pistola pelo valor de R$1,2 mil. Durante as buscas, os policiais checaram que o suspeito já estava em situação de flagrante pela prática de crime de estelionato. 

O outro mandado de prisão foi cumprido em um assentamento que fica nos fundos do bairro Guanabara. Lá a mulher foi presa após as investigações apontarem que ela mesma ajudou a esconder a pistola para que a polícia não a localizasse, bem como ajudou a intermediar a negociação de aluguel da arma. “Vale ressaltar que a mesma já tinha sido intimada para prestar depoimento em data anterior e omitiu informações que pudessem esclarecer os fatos', disse o delegado do caso.

Francisco era acusado de ter cometido um estupro e a partir das câmeras de segurança da região, os policiais ainda identificaram o suspeito da execução, fugindo em uma bicicleta. Uma mulher e três sobrinhos acabaram presos temporariamente, tanto pelo envolvimento no assassinato quanto na tentativa de despistar a polícia, escondendo provas.

A mulher que alega ter sido estuprada pela vítima disse à polícia que não procurou a delegacia e nem atendimento médico após os fatos, mas o caso segue em investigação. Ela disse que não teve participação no homicídio.                


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