Em assembleia com beneficiários, Cassems trata dos impactos financeiros

Reunião será aberta para todos os servidores beneficiários

| CORREIO DO ESTADO


O evento acontecerá no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo em Campo Grande - Foto: Álvaro Rezende/ Correio do Estado

A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) realiza nesta quinta-feira, assembleia-geral extraordinária para debater os impactos financeiros provocados por ações judiciais de casais servidores. O evento acontecerá às 14h, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, localizado na Avenida Waldir dos Santos Pereira, no Parque dos Poderes, em Campo Grande.

 

A Cassems informou, através da assessoria, que o evento será aberto a todos os servidores estaduais que são beneficiários titulares e que estão com a sua situação cadastral regularizada.

 

A assembleia vai analisar o impacto que as ações judiciais feitas por casais de servidores que questionam as determinações do estatuto que bloqueiam a possibilidade de outra pessoa ser associada ou participante da Cassems e estar como dependente de outro associado.

 

O objetivo é debater as alternativas que assegurem a sobrevivência do plano com a sua rede de serviços, uma vez que aproximadamente 200 beneficiários, sendo casais servidores, ingressaram com ações judiciais e boa parte obteve sucesso.

 

Beneficiários

 

A Cassems conta hoje com 52 mil beneficiários, sendo que 22 mil não têm dependentes e continuariam contribuindo com 6%, o que tem uma média de contribuição bem abaixo dos valores praticados pelo mercado dos planos de saúde. Já outros 4,5 mil são casais servidores que seguiriam contribuindo com o maior salário recebido entre os dois. Os 25,5 mil titulares que têm dependentes também passariam pela mudança contributiva que consiste em:

 

- Beneficiário titular com um dependente: 7%

 

- Beneficiário titular com dois dependentes: 7,25%

 

- Beneficiário titular com 3 dependentes ou mais: 7,5%

 

Para o Conselho de Administração da Caixa dos Servidores, o que está em pauta é a mudança contributiva e não um reajuste. A mudança contributiva não atinge a maioria dos beneficiários e o objetivo é manter o equilíbrio financeiro do plano, que conta com nove hospitais no Estado.

 

* Com assessoria


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