Notificações de dengue em 2017 foram as menores em sete anos no Estado

Segundo boletim, 17 municípios estão com alta incidência

| CORREIO DO ESTADO


Larvas do mosquito Aedes aegypti se reproduzem em recipiente com água parada.

Os casos de dengue em 2017 foram os menores registrados em sete anos no Estado. Conforme o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria do Estado de Saúde (SES) no dia 29 de dezembro, ao todo foram 6.201 notificações da doença. Desde 2010, os anos com maiores índices foram 2013, com 102.026; 2010, com 85.597; e 54.874 em 2016.

De acordo com o boletim, 17 municípios estão com alta incidência de casos, o que caracteriza 300 incidências para cada grupo de 100 mil habitantes. As cidades nesta lista são Camapuã, São Gabriel do Oeste, Jaraguari, Três Lagoas, Corumbá, Costa Rica e Santa Rita do Pardo.

Campo Grande está com 290,9 incidência para cada grupo de 100 mil habitantes e a situação é considerada como média. Ao todo 35 cidades estão nesta classificação.  

Ainda segundo a SES, três óbitos foram registrados em 2017 por conta da dengue, sendo uma em cada um destes municípios: Camapuã, Aquidauana e Cassilândia.  

Seguido de 2017, 2014 também está entre os anos com menores índices de incidência da doença, com 9.256 notificações. Na sequência foi em 2011, com 15.506; e 2012, com 16.506.

HORA DE ATENÇÃO

O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente, é a época de maior risco de infecção por dengue, zika e chikungunya.

Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito durante as férias. Antes de sair para a viagem de fim de ano, é essencial fazer uma vistoria em casas, apartamentos e até mesmo no ambiente de trabalho.

Qualquer lugar que possa acumular água é um potencial criadouro. O ciclo de reprodução do mosquito, desde o ovo à forma adulta, leva em torno de 5 a 10 dias.

Recipientes como baldes, garrafas, ralos, lixeiras e outros objetos devem sempre estar fechados ou virados com a boca para baixo. Nos casos dos pratos de vasos de planta, devem ser preenchidos com areia. Os vasos sanitários também devem permanecer tampados e pneus devem ser mantidos em locais cobertos.

Você está cuidando de lugares que podem acumular água na sua casa? Responde a enquete no Twitter do Correio do Estado.

*Colaborou: Natalia Yahn.


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